Gnome vs KDE, quem é o melhor no Mandriva

Sou fã incondicional do KDE, desde o finado Red Hat Desktop que testo o Gnome, sem nunca conseguir me adaptar ao seu conceito, passei por varias fazes de ambos os projetos, sempre o KDE levou a melhor e fui ficando mais fã, até porque, não levo em consideração apenas a cara do gerenciador de ambiente gráfico, também penso nas aplicações disponíveis com cada projeto, isso claro, em sua forma padrão, como é entregue pela distribuição que empacotou tudo.

Como disse, sempre que possível faço este teste, mas não são todas as distribuições que tive oportunidade de testar que tem os dois ambientes em suas mídias, o Ubuntu tem um ou outro nos CDs, o Slackware só conta com o KDE e com o XFCE, o Kurumin só com o KDE e assim vai. Sei que poderia instalar os dois em alguma dessas, mas não era este o objetivo, para comparar legal é bom ter uma mídia só, com os dois, fazer a instalação de cada um separado e partir para os testes, assim, de posse de um DVD do Mandriva 2008.1 Spring (obrigado Alair pelo envio) fiz as devidas instalações, primeiro o KDE, que estava como minha instalação padrão, mas, na ultima semana fiz uma instalação do mesmo Mandriva com o Gnome apenas, estou utilizando (inclusive esta postagem está sendo produzida nele) e posso dizer, evoluiu muito, desde a época dos RH e Fedora, mesmo o empacotamento que veio no Ubuntu 7.04 foi superado por este no Mandriva, o Gnome me surpreendeu.

Mandriva 2008.1 Spring com Gnome

Na realidade meu interesse começou um pouco antes, logo que chegou minha maquina nova, nesta veio uma instalação no Insigne 5.0 que vem com o Gnome como gerenciador de ambiente gráfico padrão. No principio achei bem arrumadinho o ambiente em geral, as aplicações que fazem parte do projeto também se mostraram interessantes, mas a distribuição em si não é das melhores, então fiquei só na curiosidade, esperando uma nova oportunidade para os testes.

Quando chegou o Mandriva passei logo a conhecer o sistema em si, num ambiente que já tenho um certo domínio, o KDE, afinal nunca tive contato com esta distribuição Linux, instalei a muito tempo um Conectiva, mas isso não significa que tivesse conhecimento do mundo Mandrake, então, depois da ambientação parti para a nova instalação, escolhendo a opção de instalação do desktop Gnome, nela só temos aplicações deste ambiente junto com outras, de terceiros, mas que são amplamente utilizadas em qualquer ambiente gráfico, como o BrOffice.org, Firefox, GIMP, mas deixei de lado aplicativos que gosto realmente, como o K3B, Amarok e até o Konqueror como navegador de internet, afinal esses são do outro sistema, queria ver se o Gnome estava pronto para meu uso.

Logo de cara tive uma agradável surpresa com o Nautilus, alguns arquivos mantenho em um compartilhamento de rede, para acessar via o KDE, com o Konqueror, fui obrigado a instalar o cliente Samba, não adiantava eu indicar o nome da maquina e nem nada, mesmo sabendo que estava lá não ia, já o Nautilus não, bastou clicar em Locais >> Redes >> Conectar ao Servidor e colocar o nome, imediatamente apareceram as pastas compartilhadas (rede feita na base do COG* é assim, não precisa de senha, não tem usuário nem nada, sai acessando tudo com permissão de leitura e escrita sem nenhuma segurança, não façam isso em casa crianças), assim, logo de cara, já pude ouvir minhas musicas que estavam no servidor. A proposito, até que gostei do Rhythmbox, achei fraco comparado com o Amarok, mas faz aquilo que se propõe, reproduzir musicas.

Aproveitei que estava com o compartilhamento aberto e fui dar uma olhada em um video do YouTube que tenho na maquina, tive alguns problemas com vídeos no Mandriva com KDE, todo reprodutor que testei travava, com ou sem os codecs necessários, acabei tendo de instalar o Mplayer, que resolveu em partes, parou de travar a aplicação, mas a visualização ficou péssima. Já o Gnome foi perfeito neste ponto, mandei abrir antes um vídeo MPEG (Sabotage dos Beast Boys), neste ponto entrou o Codeina, como já havia configurado as mídias de instalação, ele me ofereceu duas opções para os codecs necessários, a da loja online Fluendo e os disponíveis no repositório PLF, indiquei a segunda e após um breve download já estava assistindo o clipe, ai fui para o FLV do YouTube, como já tinha instalado o flash-player (entrei na internet logo depois de instalado e um site pediu, não resisti) foi tranqüilo também, exibiu ambos em tela inteira (o FLV ficou péssimo, mas também, com aquela resolução não tem como fazer milagres, foi só um teste mesmo).

A quantidade e qualidade de aplicações do Gnome também melhorou muito ao longo do tempo, lembro que até para algumas tarefas mais básicas era obrigado a utilizar uma aplicação de terceiro ou então instalar o KDE junto com o Gnome para ter a disposição uma gama maior de opções. Esta opção, como no passado, ainda continua contra-indicada, ainda mais se tem uma maquina com recursos limitados, afinal estaria carregando todas as bibliotecas de ambos os ambientes gráficos, sem contar que o menu pode se tornar uma bagunça, dificultando até achar uma aplicação ali naquela monte de opções.

A usabilidade está muito boa, a integração com o sistema operacional como um todo também, eles trabalharam muito e bem neste sentindo, contudo ainda fico ressentido, acho que ele merece uma administração e customização mais centralizada, algo como o painel de controle do KDE. Sei que dá para fazer o mesmo que faço no KDE, mas os caminhos e os meios não são intuitivos ainda, mesmo ficando mais fácil atualmente.

Continuando meus testes, passei o controle do teclado e mouse para um outro usuário, um que não tivesse condições de descobrir como resolver problemas que por ventura tivesse enquanto estivesse na frente de um desktop, no caso chamei alguem que já usa Linux diariamente, mas que também só utiliza o KDE, minha mãe. Ela, no alto de seus mais de 50 anos (não vou falar a idade toda, senão fico sem os quitutes que ela faz) adora ficar navegando por sites com mensagens inspiradas, ler seus spams, ops, emails e ficar jogando os joguinhos disponibilizados junto com o ambiente gráfico. O Gnome do Mandriva vem com poucos (já vi mais em outras distribuições), no KDE temos muitos mais, mas alguns, por sorte, são os mesmos jogos, com as mesmas regras, o que facilitou muito, sai da maquina e deixei ela aqui, fiquei de longe só olhando.

A principio ela estranhou e reclamou do menu, embora já esteja acostumada com o menu de aplicações no alto, ela estranhou a disposição e já disse que eu havia alterado tudo (neste desktop com Gnome só criei uma conta de usuário até agora, por isso compartilhamos a mesma). Ela entrou na internet, leu seus emails, mas logo se aborreceu e partiu para os jogos, percebi que ela reparou a diminuição, mas não falou nada, abriu o Mahjongg, como de praxe logo após abrir a aplicação ela maximizou a janela, neste momento a surpresa, toda a aplicação ficou maior, inclusive as “pedras” do jogo, coisa que não ocorre no KDE, imediatamente ela olhou para mim, afinal, além de diferente, este comportamento não é padrão para ela.

Ela ficou mais um tempo, saiu, depois de uns dias continuou usando este ambiente quando eu estava logado nesta instalação, sem uma única reclamação. Claro que toda administração, instalação de programas e tudo mais é feito por mim, mas no caso do KDE eu faço tudo também, deixo o desktop pronto para o uso de outros usuários, tanto é que no Mandriva com KDE tenho, ale de mim, mais 3 usuários.

Aqui faço uma observação quanto a distribuição Mandriva, se mostrou uma ótima opção, mesmo com alguns problemas eventuais que encontrei, como o citado acima com a reprodução de vídeos, teve também o caso da configuração da rede e compartilhamento da internet, que tive de fazer algumas vezes para funcionar e continuar ativa (não me perguntem o que ocorria, fiz o mesmo procedimento, hora dava certo, mas não mantinha após desligar a maquina, hora simplesmente não compartilhava nada, agora está normal, mas com o mesmo procedimento). Toda distribuição tem algum erro aqui ou ali, ainda mais após seu lançamento, mas no geral, como um desktop para usuário comum foi muito bem, seu sistema de administração, o MCC, é realmente muito bom, ainda acho que alguns nomes ali poderiam ser diferentes, mas isso é opinião de quem caiu de para-quedas agora, nem deve ser levada em conta.

Gnome vs KDE, quem é o melhor?

Não há reposta para esta pergunta, mesmo passada mais de uma semana, ainda mantenho a opinião cada usuário tem de buscar por conta própria, tem de testar e avaliar com calma, ver se as aplicações disponíveis em cada uma delas satisfaz suas necessidades, tem de verificar se as deficiências de um são suficientes para abrir mão de alguma coisa. Contudo, nada impede que faça uma instalação mista, inclusive a edição do how to Perfect Desktop do HowtoForge mostra exatamente isso, indicando algumas aplicações nativas do KDE aplicadas ao desktop com Gnome, talvez, para seu uso, pode ser este o caminho.

Para mim já não, por mais que reconheça que o Gnome evoluiu muito desde o tempo que usava lá no Red Hat, acho que ele ainda não me oferece tudo que quero e preciso, mas parece no caminho, só não sei se há interesse nos desenvolvedores do projeto Gnome em faze-lo, tenho quase certeza que não, então, para meu uso e apenas para mim, o KDE é melhor que o Gnome. Por enquanto.

Observação:

O guia Perfect Desktop ai do link refere-se particularmente a versão ONE, mas é simples adaptar para quem usa a versão DVD, imagine que na instalação, ao escolher a desktop com KDE está instalando o ONE com este ambiente, o mesmo se aplica ao desktop com Gnome, abaixo o link para a versão KDE do mesmo guia:

http://www.howtoforge.com/the-perfect-desktop-mandriva-one-2008-spring-kde

* = Configuração Orientada a Gambiarras (para caso não tenha chegado a esta conclusão antes)

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28 Comentários para “Gnome vs KDE, quem é o melhor no Mandriva”

  1. Marcos Roberto em 6 maio , 2008 as 10:28

    Legal cara.
    Me lembro que também só utilizava o KDE, mas queria testar outro ambiente, bootei o Ubuntu (acho que era o Dapper Drake ainda), a principio era tudo bem mais simples, sem aqueles temas bonitos com o KDE, fuçei, fuçei, mas como minha vga não aceita uma resolução maior e tudo parecia gigante (mesmo em 1024×768) na tela desisti e voltei pro KDE.
    Depois veio a mania Ubuntu com força total (eu usava o kurumin), decidi colocar a cara, baixei uma versão no site, formatei, e instalei.

    Configurar a placa wireless, instalar driver da nvidia, entre outras coisas foi muito fácil, comecei a gostar, ainda mais porque o Gnome fica muito bom com o compiz-fusion. Hoje sou um adepto do gnome, mas gosto muito do KDE e de sistemas mais simples como fluxbox. Ainda só não consegui instalar o E17 perfeitamente pra testar mas está tudo bem xD.

    Parabéns pelo artigo.

  2. Gnome desde os primórdios do Ubuntu 6.06 aqui!

    O que é uma maravilha é que não existe resposta a esta eterna questão! Ainda bem. Viva a livre escolha.

    E quando que o Gnome voltará às mídias oficiais do Slackware, a propósito? Pois a desculpa do Patrick é altamente duvidosa, de que “é um pesadelo para manter”. Estranho. Como será que todas as outras distribuições têm pacotes de fábrica?

  3. @Beco, o buraco é mais maior, o problema não é bem com o Gnome, mas com qualquer aplicação que faça um uso forte do GTK, outro dia vi uma explicação de um programador sobre este assunto, mas como não sou entendi “chongas”, só sei que, por causa disso, o Gnome vivia zuando a vida do Patrick, ainda mais naquela época que ele estava mal.

    Mas o pessoal faz um gnome para slack, nunca testei, mas já vi nos fóruns gente que usa, sem maiores problemas, só que note, praticamente, quem cuida da distro é o Patrick, não um grupo (ou funcionários como em muitos casos), só sei que nesta versão não tem, pelo menos não vi na lista de pacotes.

    @Marcos, eu sempre que posso testo ambientes alternativos, acho que o único que não consegui ficar uns 10 min. foi o WindowMaker, isso ainda lá nos conectiva da vida, depois nunca mais vi, algumas distros ainda tem ele, mas nem arrisco.

    Estou pensando em usar o e17 no slack quado conseguir uma cópia.

  4. Alair Santos em 7 maio , 2008 as 14:10

    No meu caso,até usaria o Gnome sem problemas…se (tem sempre o se) se fosse o único ambiente gráfico existente,mas como existe o KDE,que por acaso sou fã,então fico com o KDE, e desde já na expectativa do Mandriva 2009 em outubro com o novíssimo KDE4 já vindo como padrão na distro.

  5. Olha, na atual conjuntura Linux…tanto faz Kde quanto
    Gnome. Minha preferência é Kde e acredito que de
    acordo com a votação do Linux Org do ano 2007 o
    Kde obteve uma vitória massiva sobre o gnome
    e o Ubuntu ganhou como distro. ??? que coisa??
    Paradoxo né?… vai entender???? pera ái, talvez
    linux questions…

    Quanto a outros Window managers – XFCE, o antigo
    Fluxbox e E17 – são bem utilizados

    Ice VM
    Window manager, e outros não gosto nem um pouco

    O kde 3.5.8 (bom) e o 3.5.9 muito bom
    O kde 4 (tá no 4.3) ainda vai demorar um pouquinho
    para ficar definitivamente estável. Um novo conceito,
    para milhôes de corações brasileiros e mundiais

    Links abaixo:

    Kde para 52 milhôes de Jovens brasileiros (escolas)
    nos links abiaxo…será que isso vai acontecer mesmo

    http://aseigo.blogspot.com/2008/04/deploying-kde-to-52-million-young.html

    http://piacentini.livejournal.com/7871.html

    Muito interessante estes artigos e outro link por
    lá, onde o Mauricio responde perguntas dos americans

    Abraços

  6. Gnome ou Kde?
    Livre escolha
    Eu prefiro o Kde e, por enquanto o 3.5.9 (ou 3.5.8)
    O 4 vou aguardar mais.

    Links abaixo

    52 milhôes…

    http://piacentini.livejournal.com/7871.html

    http://aseigo.blogspot.com/2008/04/deploying-kde-to-52-million-young.html

    Kde para 52 milhôes de jovens brasileiros – (escolas)

    Será que vai acontecer mesmo? Se acontecerr o Gnome
    vai sobrar nesta.

    Abraços

  7. Eu prefiro o Kde, mas atualmente não descarto o gnome
    em duas distros. Debian – quase não uso e Mint

    Abraços

  8. Kde para 52 milhôes de jovens brasileiros..

    http://aseigo.blogspot.com/2008/04/deploying-kde-to-52-million-young.html

  9. Max, quis colar aqui o link do projeto Kde para 52 milhôes
    de jovens brasileiros e não foi possível.

    http://aseigo.blogspot.com/2008/04/deploying-kde-to-52-million-young.html

    será que agora vai…

  10. E o Hans Resier se deu mal! Caiu a casa dele. Condenado! A especulação é se iram deixar ele programar no xadrez, mas pela natureza do crime é certo que não.

  11. * Hans Reiser

  12. asseigoblogspotcom – fora do ar no momento

    Kde para 52 milhões de jovens brasileiros nas escolas

    Será que vai acontecer mesmoi

    o blog está fora do ar – não dá para diexa link

    O gnome vai dançar?

    PS: Nunca usei (fle system) Resiser FS
    Só Ext3

    Abraços

  13. Não sei se isso vai acontecer mesmo!

    links

    http://aseigo.blogspot.com/2008/04/deploying-kde-to-52-million-young.html

    http://piacentini.livejournal.com/7871.html

    KDE

  14. Desculpe, mas o Akismet, sistema anti-spam aqui do Wordpress, tá meio doido, tá barrando tudo, só era pra barrar comentários com mais de 3 links, mas tá pegando tudo, até o Alair tá sendo pego, sem link mesmo.

    Ahh, estava querendo mesmo falar do Hans, sempre usei ReiserFS, achava muito bom, pois tive problemas certa vez com o ext3, embora esteja usando atualmente, mas vou falar nisso num post :D

    Obrigado pelos links, assim que terminar uma instalação que estou fazendo numa maquina aqui vou lá ler, com calma.

  15. Desculpem, mas para mim, Kde é melhor e sempre será, já tentei utilizar o Gnome, não consigo me adaptar, enquanto o Kde é muito mais intuitivo, muitos irão discordar, mas é minha opinião, ele é mais bonito, mais integrado, mais fácil, mais personalizável, to com ele aqui no Mandriva 2008.1 e não troco pelo Gnome, nunca irei trocar.
    Abraço a todos.

  16. Marcos Roberto em 8 maio , 2008 as 10:03

    @MaxRaven:

    De fato, vivo atrás de wm’s da vida, mas agora a pouco no gdh, vi a imagem do openSuse 11 beta 2 com kde 4, foi paixão a primeira vista, vou baixar o live pra testar. Não conheço a distro (distro é outra coisa que até agora não encontrei aquela a meu gosto), mas pelo jeito irei gostar, só pelo que ando lendo por ai.

    Abraço.

  17. Caramba, a maioria esmagadora aqui prefere o KDE rsrsrs

    Pessoalmente prefiro o gnome, me acostumei melhor com as coisas nele, me parece mais simples.

    Meu primeiro ambiente foi o fluxbox, com o DSL, e usei o KDE com Kurumin bastante tempo, mas mudava para o fluxbox vez ou outra.

    Atualmente tenho usado o Debian com gnome, tentei outras distros com KDE mas sempre acabava voltanto para debian+gnome.

  18. Diogo, tudo bem?

    Se no atual momento temporal do blog, os leitores citam
    mais o Kde, isso não implica de jeito nerhum que os
    leitores usuários do Gnome não possam afirmar as
    suas preferenciais (gnome). Do Xfce, Flux, etc.

    Isso é democracia, um blog é democracia…O Max,
    adminitrador do blog é muito emocional quando se fala
    em Kde (eu também). Entretanto, todos os leitores
    devem colocar a boca no trombone pelas suas preferências.

    Isso é uma coisa natural. Só não vale dizer que O Gnome não
    presta, O Kde não presta, o Xfce não presta, etc.

    Isso não seria um comentário…seria um deselegância
    total. A mesma referência serve para as distros Linux.

    Hum, Gnome no Debian, maravilha!

    Abraços

  19. “O Max,
    adminitrador do blog é muito emocional quando se fala
    em Kde (eu também).”

    Eu acabo sempre falando o que penso e sinto mesmo, acho que nem devo fazer diferente, afinal não estou noticiando nada, estou apenas expondo minha opinião sobre determinado assunto.

    Mas uma coisa que o Roberto disse é verdade, ninguém está proibido de expor sua visão ou opinião, pelo contrario, eu quero que exponham.

    Até pq, eu falo (ou seria escrevo) muita bobagem :p

  20. Sim Roberto, tudo certo!

    Pois é, eu na verdade achei engraçado, conforme fui lendo os comentários rsrsrs. Concordo com você e o Max, acho mesmo que cada um deve expor sua opnião, desde de que de forma, como disse, elegante .

    Engraçado que como vejo no dia-a-dia, as poucas pessoas que “incentivei” o uso de Linux, fica bem dividido os ambientes.

    E sobre os linux dos link, são o Linux Educacional, com kde 3.5, e eu peguei para testa-los e, dependendo de como for, talvez usa-los em um laboratório de informática de um colégio local. :D

  21. Guilherme Yan em 14 maio , 2008 as 21:08

    Já usei todo tipo de WMs, mas, o meu preferido ainda é o KDE 3.5.9.
    Aliás, uso o Mandriva 2008.1 com KDE no eee. Muito bem integrado.

    Até, pessoal.

  22. Eu estou meio que brigando com o Mandriva, mas nem é nada referente a aplicações de terceiros, são coisas deles mesmo, tipo aquele codeina que me bagunçou os codecs e o tal de mandriva terminal server, estava com vontade de por para funcionar, mas não vai nem com reza.

    De resto está bem legal mesmo, inclusive já tinha visto algum relato de uso dele no EeePC, só não lembro se foi seu.

  23. Estou utilizando o Mandriva com o KDE e estou achando ele muito bom… Muito fácil de administrar, de configurar, de instalar pacotes. Vejo que as distribuições melhoraram demais após o lançamento do Ubuntu. Claro que algumas já eram fáceis de fazer as coisas. Mais depois que o Ubuntu chegou, ficou melhor ainda….

    Abraços

  24. Opa… então, deixe-me defender o Gnome aqui também.
    Eu uso na minha máquina duas distribuições Linux (além do Windows): Fedora 8 – que se tudo der certo, conseguirei migrar em breve para a versão 9 – e o OpenSuse 10.3.
    A distribuição que mais gosto é o Fedora, que inclusive utiliza o ambiente padrão o Gnome, que, a meu ver, consegue deixar o sistema muito mais redondo do que fica quando utilizo o KDE. A facilidade com que instalei a minha NVidia 5200 (faidinha, tadinha…), com a ajuda do “Livna”, um repositório feito especialmente para RedHat e Projeto Fedora, me fez decidir de vez pelo Gnome. Isso sem contar a facilidade que é para trocar skins, icones e temas em geral, e sejamos francos, no KDE isso é um tanto quanto chato de se fazer. Se instalar o Compiz-fusion então…

    No OpenSuse, utilizo o KDE. As únicas coisas que prefiro no kde são o editor kate, o Amarok e, em algumas situações, o Konqueror. Fora isso, acho o KDE “colorido” demais.

    Pretendo instalar, ainda, o Slack aqui na minha máquina e colocar o Xfce, para ver como está. Faz uns 2 anos que não uso esse ambiente, mas fiquei curioso depois de ouvir tantos comentários positivos a respeito dele em fóruns por ai.

    Bom… no mais, é isso. Estou constantemente procurando fóruns sobre essa eterna disputa. Se alguém tiver links interessantes, por favor, postem sim?

    Obrigado pelo espaço!

  25. “me fez decidir de vez pelo Gnome. Isso sem contar a facilidade que é para trocar skins, icones e temas em geral, e sejamos francos, no KDE isso é um tanto quanto chato de se fazer. Se instalar o Compiz-fusion então…”

    Esse trecho ficou ambíguo, e provavelmente quem ler o compreenderá de maneira errada. Quando falei do Compiz-fusion, quis dizer que ele consegue deixar o Gnome, em questões de temas para área de trabalho, muito mais fácil de personalizar que o KDE. (incrível, não?!? Estou tentando entender até agora porque não postei desta maneira antes)

  26. Uso o Gnome por causa do Ubuntu, e também porque minha máquina fotográfica insiste em não abrir no KDE. Com certeza este problema está entre a cadeira e o teclado, mas tenho preguiça de resolvê-lo.
    No mais, acho que o KDE é o ambiente que pode fazer uma melhor propaganda do Linux aí fora, e está melhor preparado para Desktop. Não que o GNOME não seja bom, mas o KDE tem mais efeitos e facilidades que ajudam o usuário final.
    O Gnome, apesar das controvérsias é muito maleável, mais personalizável do que o KDE e dá pra “viver só com ele”.
    No KDE, vc uma hora ou outra terá que usar GIMP, Openoffice, Firefox, Acrobat reader, todos GTK, feitos para o Gnome.
    Não sei se seria melhor se tivesse apenas um… mas é bom ter esta liberdade de escolha. E eu fico sempre alternando entre eles.

  27. Paulo R.Holanda em 30 julho , 2008 as 11:29

    Olá pessoal! É a primeira vez que escrevo aqui e gosto muito desse blog. Parabéns ao Max. Prá deixar minha opinião, eu uso o Kde (Kubuntu) por que me familiarizo mais com ele. Também né, para quem começou com o Kurumin, nada mais natural. Mas vivo testando o Gnome, apesar de não ter conseguido instalá-lo aqui junto com o Kde. Se alguém souber um jeito fácil (com apt-get) de fazê-lo, por favor me avise pois há tentei de algumas maneiras e não consegui. Também já usei só o Ubuntu (com Gnome) por alguns dias e me pareceu faltar alguma coisa, então voltei pro Kde.
    Agora, tem uma distro que usa o XFCE ou Gnome, nacional (apesar de o site ser em inglês devido ao sucesso que eles fazem com os gringos), qué é show de bola: Dreamlinux. Fiquei uma semana usando-o com XFCE num hdzinho de 10 gigas para teste e fiquei encantado: super leve mesmo com os efeitos 3D. Pena que não consegui instalá-lo no meu HD principal ainda (falta de tempo, pois na primeira tentativa ele empacou num certo ponto e não foi nem com reza braba). Esses dias rodei num pendrive e fiquei de boca aberta. Ainda vou parar um tempo para instalar esse Dreamlinux com XFCE na minha máquina. Fica aqui minha opinião: Entre Kde e Gnome, eu aiunda prefiro Kde (3, pois o Kde4 eu instalei uma vez e estava muito instável ainda). Um abraço a todos.

  28. Paulo, obrigado pelos elogios.

    Quando resolvi fazer uma “mistureba” no ubuntu, instalei facilmente o gnome no kubuntu, bastou um $sudo apt-get install ubuntu-desktop
    Se quiser o xfce = $sudo apt-get install xubuntu-desktop

    Toda distribuição que tem um gerenciador de pacotes que resolve dependências coloca metapacotes para coisas grandes assim (ou que demandam muitas aplicações uteis, como o build-essentials com os compiladores), neles já tem todos os programas básicos, depois de instalado terá o ambiente pronto para uso, bastando adicionar um ou outro programa depois.

    No mandrivão, para instalar matapacotes, basicamente é #urpmi task-kde4