Mandriva e KDE em hardware antigo – Parte 2
Dando continuidade ao artigo sobre a minha instalação do Madriva 2009.1 e do KDE em um hardware antigo, vamos a segunda parte.
Limpando os Serviços
Depois de uma olhada geral no sistema e ter até gostado do que vi até momento passei para uma leve optimização limpando os serviços que considero desnecessários para meu uso imediato. A primeira vitima foi o MSEC, um serviço que aprimora a segurança geral do sistema, contudo ela tem sua contrapartida com suas checagens e monitoramentos. No meu caso só um firewall configurado corretamente já dá conta do recado.
Limpar os serviços, pouco importando o sistema operacional usado, pode ser considerado uma arte, afinal temos de ter noção minima de como eles funcionam e exatamente o que eles fazem, desativar algo errado pode ser desastroso, poderá perder funções necessárias para o funcionamento correto do seu desktop, então todo o cuidado é pouco. Olhando o que estava ativo e marcado para carregar durante o boot cheguei a conclusão que poucos deveriam ser desativados, caso contrario coisas que me fizeram instalar o Mandriva deixariam de funcionar, se for para perder as facilidades bastava ficar com o Slackware. Além do MSEC já citado desabilitei também os serviços Mandi, Netfs e Partmon, o primeiro é responsável por detectar intrusos no sistema, já os dois últimos são responsáveis pela montagem e compartilhamentos remotos, como não preciso disso de momento pude desabilitar tranquilamente.
Poderia ter sido mais agressivo neste ponto, mas, como disse, desabilitar mais coisas fariam perder o sentido de instalar o Mandriva, se é para ter facilidades tem de deixar habilitado, então vamos em frente. De antemão já sabia que pouco iria influenciar essas pequenas alterações, mas algum já teria, vamos a verificação.
Ao reiniciar o sistema senti uma melhora, o principal foi a melhora no tempo total do boot, dos quase 2 minutos anteriores, com as alterações feitas aqui, passei para um boot em 1 minuto e 7 segundos, já vi que não terei os mesmos 36 segundos da outra maquina, mas já ajuda. Que saudades da outra maquina
KDE vs GNOME
Pode parecer estranho eu citar o GNOME em uma instalação feita só com o KDE, contudo é sempre bom lembrar que no Mandriva boa parte de suas ferramentas são feitas em GTK, sem contar que o MCC utiliza algumas libs do GNOME, assim, querendo ou não, vai acabar uma hora ou outra carregando no sistema mais coisas do que realmente gostaria.
Até pouco tempo existia um mantra muito entoado, “Evite carregar bibliotecas do GNOME no KDE para não aumentar o peso do sistema”, isso, na época era muito falado, mas hoje, com maquinas melhores e mais rápidas isso deixou de ser uma verdade, contudo quem tem um sistema mais limitado acaba sentindo isso como um soco no estomago. Toda vez que abro o MCC sinto este soco, o sistema praticamente grita comigo dizendo para pegar leve, CPU passa a trabalhar com mais afinco, a RAM acaba sendo fartamente consumida e até o SWAP passa a ser usada. As aplicações em geral acabam sendo afetadas por isso também, tudo parece demorar mais para estar pronto para uso, ou seja, uma lentidão acaba tomando conta do sistema, verdade que é algo que não atrapalhe o uso, mas é chato, ainda mais para quem se acostumou a ter tudo rapidamente a mão.
Conclusões com KDE
Apesar de ser fã assumido do KDE, no Mandriva, com este hardware deixa a desejar. Tudo muito bonito, muito pratico, cheio de facilidades, contudo isso tem um preço alto, a performance. Talvez com um processador acima dos 1GHz poderia melhorar tudo por aqui, talvez até mesmo uma simples placa de vídeo offboard poderia já ajudar muito, afinal liberaria o processador para outras tarefas.
Neste caso o Slackware levou vantagem, por ter menos serviços rodando, somente o essencial para o sistema e por não ter ferramentas de auxilio ao usuário supervisionando o uso da maquina acaba dando um menor trabalho ao sistema e assim tenho uma performance melhor, o sistema tem um comportamento mais fluido, assim com uma usabilidade muito mais agradável.
Infelizmente não dá, uma pena, afinal a dupla KDE e Mandriva é a que mais me agrada no momento, isso em grande parte por conta das ferramentas do Mandriva, assim vamos a outro teste, desta vez vamos ver como se comporta a mesma distribuição com o GNOME, tudo neste mesmo hardware. Até lá.
Jabá Max.INFO














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Max eu não entendi uma coisa. Vc gostou e no fim diz que não gostou.
Calma que já entenderá, deixa eu terminar os testes aqui com os outros ambientes, no fim terá uma conclusão geral com as devidas explicações.
Bahhh, a gripe me pegou tão pesado que nem terminei de escrever, preciso criar vergonha na cara.
Não sabia que vergonha na cara era bom pra tratar gripe!
se é bom não sei, mas me fez comprar remédios de verdade, comprar algo com “sustança” pra comer e ver se me recupero mais rapido, pq tá bravo velho, to mais caido que a bolsa de valores de NY no começo da crise.
Novidade!
Pelo menos para mim é/era!
Agora já dá pra instalar o remastersys no debian
sem ter que usar repos do ubuntu.
Basta acrescentar no sources.list:
# Remastersys
deb http://www.geekconnection.org/remastersys/repository debian/
Já instalei aqui, e funfou sem problemas.
Eu jurava que já tinha repos para Debian, embora só tenha instalado 1x no ubuntu mesmo.
Vc por acaso foi
contratado pelo
1/2 bitch e é
por isso que vc
não freqüenta mais
a rave do Max?
To aqui sim filho, mas to terminando de ler um livro, ai vou escrever sobre ele, mas esses dias foi meio loucura tbm e hoje não vai ser muito diferente, vou sair já já, não sei que hora volto e semana que vem vou pra SP, nem sei quantos dias fico por lá :/
Parece sacanagem, só pq arrumei o pc kkkkkk
Adição em 28/06 tendo em vista contato via email de Flavio Santos que comenta:
“Meu notebook é um CCE T31, chipset SiS 671/761, Intel(R) Celeron(R)
CPU 540@1.86GHz, 880MB RAM, detalhe, a placa de video onboard não tem
suporte nativo em nenhuma distro, tive que recompilar para poder usar
a resolução nativa, não há qualquer aceleração 3D, e parcialmente 2D.
Atualmente uso KDE 4, amarok 1.4.10 (KDE 3), opera e smplayer;
ocasionalmente firefox e openoffice; ou seja, uma salada de
bibliotecas diferentes, e raramente uso swap, o único porem é que o
openoffice demora um pouco para carregar, mas isso é normal.
Uso normalmente o sistema e não sinto engasgos ou travamentos. De que
me adianta usar o LXDE ou XFCE se os aplicativos que uso são do KDE?
As dicas que posso dar são as seguintes:
1.Se há algum problema com os drivers 3D de sua placa de vídeo,
desabilite os efeitos visuais (compiz ou efeitos do kwin).
2.Desabilite o pulseaudio. Veja um relato do que aconteceu comigo em
http://diariolinuxdigital.blogspot.com/
3.Se não funcionar, use o programa top no terminal e identifique se há
algum programa usando de forma anormal a cpu ou memoria.
Obs. No meu desktop com placa de video Nvidia uso os efeitos do kwin
sem quaisquer problemas.”
Os comentários já estavam trancados para evitar o SPAM, então adiciono aqui.
Fala sério…
A Pequena e Mole (micro soft) comprou
seu blog e vc só não quis dizer ainda
para seus fiéis leitores/seguidores…
DIY Netbook Linux
;
There are a variety of netbook distros out there, but you can have a little fun creating your own. Here are some software packages and tips worth considering:
Choosing a distro
;
You can chose any distro but my favorite is, of course, Ubuntu. The 9.04 release is particularly well-suited to netbooks because it not only works well on most of them, but includes the ultra-quick boot-up technology that will probably mean the desktop appears in about 25 seconds of powering-up. This removes the need to hibernate or suspend the computer each time you’ve finished with it, which also removes the need for a large swap partition because this is where the hibernate file is stored (my Dell Mini 9 only has a 4GB SD disk, for example, and has 2GB of RAM, so a swap partition is simply impossible).
;
(…)
;
http://www.pcworld.com/businesscenter/article/166887/diy_netbook_linux.html