Eu uso Linux por prazer

Muitas vezes sou questionado por amigos e parentes, eles não entendem os motivos que me levam a usar o Linux, algo que muitos falam ser difícil, ou então que “agora está um pouco mais fácil que antigamente” ou ainda que é um sistema para servidores, geralmente respondo com uma frase simples. Uso por prazer!

Já fui chamado de masoquista por causa dessa resposta, justamente por uma pessoa que sempre me pedia para arrumar sua maquina, totalmente infectada por vírus, trojans e tudo mais, não por falta de aplicações para proteção, mas sim por desleixo puro e simples, tanto que um dia me enchi e disse que não faria mais nada de graça a ela, mesmo sendo parente próxima, e como seria muito trabalho, sempre, cobraria o mesmo que cobro de clientes normais, ou seja, o minimo de R$200,00, o que rendeu telefonemas de tias e outros parentes devido a choradeira dessa parente.

Contudo, o que ela não entende, é que eu e os que usam Linux aqui em casa não o consideram difícil, pelo contrario, muitos vezes temos alguma dificuldade é com o Windows, justamente por não ter as mesmas ferramentas a mão. Outra coisa que acham estranho é que eu praticamente não uso o terminal, fazemos tudo pela interface gráfica, modéstia a parte, interfaces essas muito mais bonitas que as deles, inclusive pessoas que conhecem e usam Linux acham isso estranho, chegam mesmo a duvidar quando falo que não me lembro qual foi a ultima vez que usei o terminal para extrair arquivos compactados por exemplo.

Este cabe destacar, tai um comando que muito iniciante quebra a cabeça, mas eu, em vez de ficar decorando as opções do TAR sempre fiz diferente, clico com o direito do mouse e mando o Ark extrair para mim, muito mais fácil. E olha só, isso não é de hoje não, é um habito que tenho desde a época do saudoso Red Hat Desktop 9, nunca entendi porque em muitos tutoriais ou receitas de bolo o pessoal ainda manda o pessoal descompactar via linha de comando, tem alguns casos que acho até engraçado, o cara manda fazer quase tudo via interface gráfica, mas na hora de descompactar o arquivo manda abrir o terminal e dar o comando, simplesmente não entendo o porque.

Mas também não sou louco o suficiente para negar que em alguns casos é muito mais fácil, ou até mesmo obrigatório, até tenho uma “cola” (tá, confesso, eu até decorei alguns) para casos assim, por exemplo, para quando estou trabalhando em um terminal remoto, abrir o X inteiro via SSH apenas para descompactar um arquivo seria burrice, se bem que numa rede local as vezes não resisto, aqui em casa acabo fazendo quase tudo graficamente mesmo.

Voltando ao tema, acho que as pessoas não conseguem entender que, só por ser diferente, não quer dizer que seja difícil ou não, pelo contrario, pode até mesmo ser mais fácil. Um exemplo classico é quanto a instalação de programas, muitos defendem que:

Ir a um site >> achar o link >> baixar pela internet >> passa anti-virus (se for atento a segurança) >> executar instalador >> next >> next >> finish >> usar

É mais fácil que:

Abrir gerenciador de pacotes >> clicar no programa que quer instalar >> dar um OK >> esperar baixar e instalar >> usar

Eu particularmente acho a segunda mais interessante, mesmo minha distribuição preferida não tendo um gerenciador de pacotes estilo Synaptic (criado pela Conectiva, quando usei pela primeira vez a muitos anos atrás) do Debian, Ubuntu, Kurumin e outros ou MCC do Mandriva, aqui no Slackware faço diferente, tenho um link nos favoritos para o repositório do Slacky.eu, ai só baixar e usar o Kpackage para instalar, na realidade uso o botão direito do mouse, associei os TGZ a ele, então basta usar o mouse, ai me pede a senha e já instala, simples e mesmo assim mais rápido que aquela primeira opção.

Vejam, muitos podem achar isso extremamente difícil ou estranho, teve até um colega que me viu certa vez instalando um programa no Mandriva que achou aquilo tudo muito complicado, ai expliquei para ele, que seria como abrir o painel de controle do Windows e ir no Adicionar ou Remover programa, fazendo a instalação por lá. Engraçado que ele nem sabia que dá para instalar programas por lá, ele achava que só servia para remover.

Ele aprendeu algo novo, para ele claro, mas pouco ligou, mas é justamente essas coisas que mais me dão prazer, sempre que aprendo algo novo toda e qualquer dor de cabeça é esquecida, sinto um prazer imenso nisso, mas note, o prazer vem de aprender algo, contudo este algo não precisa ser obrigatoriamente sobre Linux, pode ser sobre qualquer coisa relacionada a informática, ai que o Linux, para mim, leva vantagem, ele me ajuda a aprender coisas novas todos os dias, desde as coisas mais bobas até as mais complicadas, sendo nova o prazer é quase o mesmo.

A diversificação de distribuições, de ferramentas, de opções fazem minha curiosidade aflorar, acabo fuçando em todo lado, mexendo aqui e ali acabo aprendendo algo e, por conseqüência, acabo tendo mais prazer, que me faz sempre buscar mais e mais, ou seja, estou com todos os sintomas de um viciado, mas meu vicio é aprender.

Só que isso não quer dizer que os outros usuários daqui de casa também tenham este perfil, pelo contrario, eles só usam mesmo, meu irmão, por exemplo, só faz usar o Kopete e o Firefox (não vou dizer que ele só fica no MSN e no Orkut porque seria mentira, as vezes ele entra no chat do UOL também). Já a patroa e minha mãe além dos dois citados ainda usam o editor de texto e os joguinhos do KDE, tudo muito tranqüilo, sem qualquer reclamação.

Verdade que as maquinas são todas configuradas por mim, eu decido qual distribuição é instalada, qual será o gerenciador de interface gráfica, quais as aplicações padrão, contudo até ouço as demandas, vejo se não poderiam ter um ganho com outras aplicações ou soluções, até por isso testo tanta coisa, minha ultima experiencia com eles foi no uso do Gnome, aquele mesmo que eu testei no Mandriva, tudo bem que para mim não deu, mas precisava saber se para eles iria dar em alguma coisa, tudo bem que também não deu em nada, mas mesmo assim pude ver que o Gnome tem algumas coisas legais, que até poderiam ser uteis se não tivesse opção semelhante no KDE, ou seja, aprendi mais coisas com isso também.

Sei lá, para muitos posso parecer um estranho, gostar de aprender não é algo muito comum, também não quer dizer que eu goste de estudar, pelo contrario, sempre fui um estudante dos mais relaxados, contudo aprender as coisas experimentando sempre foi muito gratificante. Seja na informática, seja nas artes marciais, seja na cozinha (sim, tio Max também ataca de cozinheiro as vezes), melhor que só ler é por a mão na massa e fazer, fazendo aprendo e aprendendo fico gratificado, é prazeroso e isso que me importa, então já me bastaria.

Ahh! E antes que algum engraçadinho comece, também tenho prazer com outras coisas, o Linux não tira meu tempo com nada.

Bem, chega de falar porque uso Linux, repasso a pergunta. E você, porque usa Linux?

Tags: , , , ,

Itens relacionados

Gostou? Adicione aos agregadores:

Adicionar ao Rec6 Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs Adicionar ao Google Adicionar ao Digg Adicionar ao Linkk Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Dihitt Adicionar ao Ueba Adicionar ao Digago Adicionar ao Linkto Adicionar ao WebSapiens Adicionar ao Technorati






MaxRaven • Em 22 Maio, 2008 • Categoria: Opinião
Você pode acompanhar os comentários por feed RSS 2.0
Email para o autor | Outro site/blog do autor |

17 Comentários para “Eu uso Linux por prazer”

  1. Eu uso linux porque agora já “viciei” e não faço nenhuma questão de ser “curado”.
    Mas uma coisa eu digo,esse povo todo que acha linux coisa do “outro mundo” tem de levantar as mãos pro céu em agradecimento por existir tanta pirataria,pois se a pirataria fosse mais contida,eu duvido que pagariam valores que variam entre R$250,00 e R$900,00 só pra obter uma licença de sistema pago,se acham o Windows tão maravilhoso assim,deveriam está pagando por ele por consideração ao sistema que gostam,eu por exemplo uso linux não porque é de graça não,se numa situação surreal o linux se tornasse pago e fosse proibido o seu download de qualquer distro,eu pagaria por ele com todo prazer,só pra ilustrar a situação,outro dia eu precisei de alguém pra dar um reparo num eletrodoméstico que estava funcionando bem,mas que tinha quebrado uma pequena peça de plástico na parte exterior,rodei aqui pelo bairro mesmo,pois não estava com disposição de pegar o carro e ir pro centro da cidade,onde com certeza,o problema seria resolvido muito facilmente,mas no bairro ninguém do ramo se propôs a tentar a fazer o reparo alegando que só mexeriam pra consertar caso fosse problema eletrônico e não peças externas,quando fui a um técnico do bairro vizinho,o cara resolveu na hora o problema sem titubear,só que me cobrou um valor de três vezes mais do que seria o real,mas diante da boa vontade,do excelente atendimento,resolvi fingir de bobo e pagar o valor,mesmo sabendo que estava bem acima de mercado,achei que diante de tanta competência,era merecido o valor,não pelo conserto em si,mas pelo atendimento geral,o mesmo eu faria com linux,se eu não pudesse obtê-lo gratuitamente,eu pagaria com todo prazer,o pessoal que não abre mão do Windows deveria também pagar por ele,já que uma cópia original não é gratuita e também como recompensa por existir coisa tão “indispensável” segundo eles. Finalizando,uso linux porque eu gosto, para os que não gostam,azar o deles.

  2. Olá,

    Não vou ser redundante em mencionar aqui detalhes
    tão importantes já dissecados pelo post do Alair

    - 1 - Sabe que ainda eu tenho saudades do DOS
    Aquele editor de textos,,,a impressora matricial…
    Uso constante de combinação de teclas, ah, ah…
    Claro que a gente ainda usa comandos de DOS.

    2- Quantos e quantos anos vendo sempre um OS
    ou dois no meu caso, $$$$$$, um dia acordar e começar
    a pensar o que é Linux…que OS é este de graça…
    será que funciona mesmo. O Mandrake mostrou-me
    que sim…funcionava. Pelo mesmo 80% dos
    programas rotineiros que usava, eu podia usar
    no Mandrake também. Aqui não havia curva de
    aprendizado. Somente os nomes dos aplicativos é
    que eram outros. Alguns até existiam no outro OS

    3- Não levei em conta a economia e sim que eu estava
    descobrindo coisas novas, fora da rotina, da mesma
    mesmice de sempre. As coisas começaram a ficar
    diferentes na minha tela do monitor e comecei a
    especular: o que estava acontecendo…KDE, GNOME,
    e outros WM…Tudo diferente e atraente daquilo que
    eu já estava vendo um tempão na tela do meu monitor.

    Descobri que todo dia, mesmo usando O Linux em
    Dual Boot, eu quase sempre escolhia no menu de
    entrada…Mandrake Linux. Era o Prazer que eu
    encontrava tendo sempre umas coisas para descobrir
    e ainda hoje outras a descobrir ainda. Prazer, vontade,
    e curiosidades da diversidades de oferta e um dinamismo
    constante que me aliviavam, aliviam do tédio.
    Remédio para o tédio=PRAZER.

    Claro que eu tinha um certo receio de não saber instalar
    O Linux. A ansiedade por saber o que era, eu meti as caras.

    Outro detalhe chamou minha atenção. O Computador
    tem um hardware (HD) e sabia que podia instalar dois
    sistemas operacionais diferentes e usar os dois…e assim
    foi. Lógico que as HDs eram de menor capacidade em
    tempos atrás, mas os sistemas operacionais não exigiam
    muita capacidade de armazenamento como hoje. Por isso,
    a capacidade das Hds também foram crescendo.

    Ainda hoje muitos de nós usuários do Linux, usamos
    também o outro OS. O Prazer, prazer…simples:escolha
    no menu inicial o item de sua distro e embarque numa
    viagem diária de aventuras, caminhos às vezes um
    pouco desconhecidos e por quê não, também uma
    coisa diferente na tela seu monitor que não exija que
    você fique quebrando a cabeça. Os vírus, esqueço
    que eles existem quando estou usando Linux.

    Obs: Quanto ao outro OS importante sempre dá uma
    olhada lá, atualizar o sistema e o antivírus ou fazer
    alguma coisa que o Linux (por ser livre) fique dependendo
    ainda de suporte e da boa vontade de terceiros que
    não fornecem os drivers das impressoras novas e das
    placas de vídeo recentes.

    Uma notícia que eu li agora pouco no Linux Today

    O firefox 3RC1 lançada, e FF já vai para a final.
    Talvez neste mesmo ano de 2008, já teremos a versão
    3.1 que marcará definitivamente o suporte a versão
    2 do browser (navegador)…uma descontinuação da 2

    link abaixo:

    http://www.linuxtoday.com/developer/2008052201526OSDTDV

    Abraços

  3. Depois de começar com o Windows 95 em 1996, depois 98 e XP, começei a me interessar por Linux. Li bastante coisa, porém não me aventurava usar. Isso foi só ocorrer lá por 2003, com o antigo Mandrake 9.1. Na época eu mantinha dual boot e tinha alguns problemas com o Mdk, além de ainda não estar totalmente “desmamado” o Windows. Fiquei com diversas ditribuições em dual boot (pouco usadas), até que em 2006 decidi tomar vergonha na cara e migrar em definitivo para o Ubuntu (então o 6.06, que já despontava como excelente sistema).

    Eu uso-o porque atende a todas as minhas necessidades e não custa um centavo. Além de ser um sistema que me passa muito mais tranqüilidade, onde não fico suando frio ao abrir um arquivo desconhecido.

  4. Tudo que citas sobre aprendizagem, tudo que o Alair falou também é valido.

    Não sei o ano, sei que era eu pequeno, saiu o conectiva 3(!) e veio numa revista de informátiva que eu tinha. Li o cabuloso manual de instalação(OMG o que é particionamento? podia perder tudo!), morrendo de medo instalei, seguindo a risca, e… funcionou! Incrivel! Pena que com isso a entrada para o DOS e Win 3.1 se perdeu, entao tive de reinstalar e perder o linux além de levar bronca :( . Pq? pelo prazer em aprender.

    Depois disso só mesmo em 2006, baixando o DSL (discada, só isso que dava), incrivel como o bixo rodava até apartir do cartão de memoria de 128 espetado na camera.

    Apartir dai, mesmo no DSL, a vantagem que vi no linux foi produtividade. A coisas que considerava importante de fazer, incluindo desenvolvimento, são muito mais práticas, tem mais ferramentas, é mais customizavel. Se algo não funciona do modo que gosta, é possivel fazer algum hack facilmente.

    Então, além do citado, Customização, ferramentas e produtividade como resultado. Por isso uso.

    E quando tenho que usar o windows, como faz falta coisas como ctrl+alt+esq ou dir, ou até segurar o alt+dois cliques para arrastar janelas.

    E, para terminar, quem acha linux dificil nunca usou kurumin, suse ou mandriva.

    Aé, lembrei outra cosita, pensei assim “eu desenvolvou algo que vai rodar em linux, pq não desenvolver já em linux e ver como fica?”.

  5. Marcos Roberto em 23 Maio , 2008 as 9:13

    Eu uso linux também por prazer, e pelo poder de controlar tudo, aplicações, ambientes gráficos, consoles, etc…

    Me lembro que conheci o linux em 2004, quando meu PC estava sem SO xD (besteira minha, formatei o pc, coisa que nunca tinha feito, mas depois o CD do windows não funcionava :P, levei uma bronca…), meu pai comprou uma revista que falava sobre linux e com ela vinha a versão 2.0 do kurumin. Quando bootei o CD e vi aquela interface, aquele background, comecei a me interessar por aquilo. Mas nunca pude instalar o sistema pois o PC era compartilhado.

    Vivia lendo artigos no GdH sobre linux, fica pensando no dia em que poderia instalar, até que em 2006 baixei uma versão do kurumin, mas quando fui bootar a surpresa o sistema ja era pesado demais pra minha maquina rodar em live-cd (carrça, celeron 1.8, 128 RAM…não preciso nem comentar que quando apareceu o XGL como fiquei xD). Dei um jeito de estragar a instalação do windows só pra poder instalar o kurumin. Instalei, depois veio o primeiro desafio, configurar a internet, é dai que me vêm o prazer de usar o linux, foi difícel fazer funcionar (afinal nunca tinha feito) mas depois dá aquela satisfação de ver tudo funcionando “direitinho”.

    Outra coisa é que sou apaixonado por linguagem C, não consigo aprender outra lingua, no linux a maioria dos programas são escritos nelas, ai fico pensando, poder olhar o código das aplicações que uso no sistema para ver como funciona, isso é demais, não sei se é por isso mas também adoro ver aquele monte de mensagens descendo do terminal xD

    Alem desses motivos há minha paixão por SO’s, vivo testando outros além das distro, como Syllable, Haiku, openSolaris, BSD, eu sonho com o dia em que vou poder usar o Mac xD

    Abraços.

  6. Salve!

    Comecei querendo um desafio, continuo por prazer ;-)

    Estou atualizando meu Slackware faz tempo, nada de formatar…
    Vírus, trojans, desculpe, não me lembro bem o que é isso…
    Ah, sim! Eu compilo a maioria dos programas. Eu gotos, mas poderia usar o slapt-get. Mas controlar os pacotes manualmente deixo o sistema mais limpo e fácil de administrar (pra mim)…
    Eu compilo o Kernel, fica no jeito para minha máquina…
    Para jogar Urban Terror, só carrego o X (xinit) e chamo o jogo na telinha branca. A máquina fica por conta do jogo, dedicação (quase) total!

    É isso!

  7. Eu uso linux pq não preciso reformatar o hd a cada 6 meses.

    O preço não é o ponto principal, já que tanto o windows quando o linux custam o mesmo, ou seja, nada, ou o custo de um download.

    Claro que sei que a MS adoraria que todo pagasse licença de uso do windows, mas não é o que acontece, não é mesmo?
    Então, para todos os efeitos práticos, preço não é um diferencial.

    Uso linux desde o tempo do CL 8 ou 9.

    Não ter que usar anti-virus, anti-spyware, anti-WGA (!) e não ter que reformatar o hd a cada 6 meses é o principal motivo.
    Já que tudo que eu faria no windows, faço no linux:
    navegar, enviar e receber email, usar o icq e o skype.
    Ler, escrever, editar DOCs, XLSs, PPSs…
    Ouvir MP3, assistir vídeos (avi, asf, mpeg, mov, wmv, …),
    Abrir/editar imagens (jpeg, bmp, gif, …)

    A MS e os microsofties vivem dizendo que o TCO do windows é menor que o do linux, mas depois que vc tem um linux instalado e configurado no seu micro nunca mais gasta um centavo. Já com o windows, a cada 6 meses tem que pagar 200 reais pro max fazer a bagaça voltar a funcionar…

  8. “Sabe que ainda eu tenho saudades do DOS
    Aquele editor de textos,,,”

    No linux tem o joe que é um clone do WS (wordstar)!!!!

  9. “não fico suando frio ao abrir um arquivo desconhecido.”

    Tenho um conhecido que frequenta sites de warez/crackz, e então me pedia para eu ir ver os sites já que ele invariavelmente detonava o xp dele…

    Dei uma cópia de um liveCD kurumin pra ele!!!!

  10. http://joe-editor.sourceforge.net/

    (…)
    JOE is a blending of MicroPro’s venerable microcomputer word processor WordStar and Richard Stallman’s famous LISP based text editor GNU-EMACS (but it does not use code from either program): most of the basic editing keys are the same as in WordStar as is the overall feel of the editor. JOE also has some of the key bindings and many of the powerful features of EMACS.
    (…)

  11. Eu tenho um certo bloqueio ao vi (e derivados).

    Até uso, mas sempre me estresso.

    Sei que existem o pico e o nano mas
    sempre que possível uso o joe ou o mcedit.

  12. Olá Eug,

    Eu não conheço o Joe (software), vou procurar saber.

    O meu aprendizado em Linux é uma proporção daquilo
    que vou necessitando, evoluindo, sem correrias.

    No meu caso, eu nunca tive a intenção de ser um
    Nerd ou Geek em Linux. Desde da primeira experiência
    com o Mandrake 9, eu venho numa balada lenta e,
    na verdade considero-me um pouco acomodado.

    Conheci quase todas as distros importantes sem conhecer
    o Gentoo…Optei por ser um debianista de coração.

    Debian Gnu/Linux e algumas distros Debian-like-based.
    Entretanto, gosto dos rpms. Tenho uma distro instalada
    que seus pacotes são .rpm -

    Quanto a questão de alguns softs no Linux. O vi (vim)
    = textos, eu acho um pouco sacal e chato - o cfdisk,
    particionador (No Slackware é padrão) e também pode
    ser usado em outras muitas via terminal - Eu torço o
    nariz quando tenho que utilizá-lo - São dois softs
    importantes sólidos… porém, eu sempre opto como
    alternativa para outros com GUI que você possa
    ter mais facilidades, ah, ah, ah,,, sinceridade…

    Resumo: eu não sou um estudioso em Linux - Uso Linux
    porque parece que minha alma fica mais limpa… Não
    vá dizer isso ao padre, hem!!!

    Sabe o que anda rondando pela minha cabeça
    ultimamente é querer usar um BSD. FreeBSB
    É UNIX e gerencia pacotes Linux e KDE -GNOME
    Vou esperar até a versão 8 ou 9 dele para começar.

    ——————————————————————–

    Olha aí mocada: apesar da revista estar na língua inglesa,
    eu vou colocar dois links para download de todas as
    edições…música, cinema, e uma cacetada de tema que
    a LOAD MAGAZINE …oferece - variedades , fotografia,
    artes …etc. etc.

    http://www.loadmagazine.co.uk/

    aqui para baixar todas as edições - .pdf

    http://www.loadmagazine.co.uk/

    Aqui para ler a última edição

    Abraços mil

  13. Eu tbm não gosto muito do cfdisk, tanto que prefiro particionar usando algum live-cd com o gparted, mas usei ele esses dias só para não “esquecer” como é (instalei o slack numa maquina virtual), acho que o maior problema dele é que é em inglês e também por ter uma gama enorme de formato, de resto me lembra muito o particionador do windows, com a diferença de ser em pt-br e só ter 4 opções, sendo só 2 sistema de arquivos.

  14. Roberto.

    o joe mora aqui:
    http://joe-editor.sourceforge.net/

    “o cfdisk,
    particionador (No Slackware é padrão) e também pode
    ser usado em outras muitas via terminal - Eu torço o
    nariz quando tenho que utilizá-lo -”

    gparted ou diskdruid.

    Já andei dando uma ou outra olhada no free e no netbsd.
    E agora tem umas novidades tipo o pcbsd, dragofly e outros…
    Mas como é um igual diferente (!) pq tem algumas particularidades de nomes de devices, p. ex, e vou ficando no linux mesmo…

  15. Marcos Roberto em 26 Maio , 2008 as 11:24

    Nunca me dei bem com estes editores de modo texto, principalmente com o vi (em uma versão antiga do ubuntu não reconhecia meu mouse e tinha que configurar na mão pelo terminal e ai só tinha o vi), depois que conheci o nano nunca mais usei o vi.

  16. Eug,

    O Joe veio no Mandriva…instalei, mas ainda não o olhei direito

    O que me chamou atenção é que o Mandriva ainda tinha nos
    repositórios um soft que usava para fazer cds no Mandrake
    8 ou 9 ….XCDROAST …não sei se tinha esse X na frente

    Lembro-me também que minha conexão a cabo na época
    tinha que ser configurada. Peguei uma dica na net pelo
    windows e fui tentando. Apontar placa de rede, modelo e mais
    coisas. Também usei aquele modem hardware da Rockwell 33.4Kb
    ou Tricon, sei lá…caramba como sabia configurar o KPPP
    Usava discada UOL também. DNSs …hoje tudo mudou.

    Quero deixar claro que continuar usando o SO Linux…

    Quando falei em BSD - Unix aberto da Universidade de Berleley
    - Califórnia - Pois é, o BSD sofreu processo durante quase dez
    anos pelo detentor do UNIX Pago–não lembro quem detinha os
    direitos na época. Causa; alegação de cópia do UNix-Proprietário.

    O FreeBSD - O NetBSD - O OpenBSD, são derivados dele BSD

    No momento, já há vários derivados destes acima. Mais fáceis.

    Ainda não saiu a versão 7 do FreeBSD - Gostaria que quando
    chegasse na v 8 eu pudesse começar aprendê-lo num computador
    separado. Era esta a idéia

    Neste momento estou usando o RC2 do Linux Mint com o firefox
    RC1 e flash 10 - Gnome (única distro que uso o gnome). Nem no
    Debian eu uso quase. Já tem os cds separados Kde e Gnome
    Pode-se baixar somente o Kde e pegar mais dois cds pelo menos
    com banda larga…é ideia.

    Abraços

  17. Roberto,

    “XCDROAST …não sei se tinha esse X na frente”

    Sim.

    “O FreeBSD - O NetBSD - O OpenBSD, são derivados dele BSD”

    Conheço essa história.

    Gosto do Mint.
    Tive um DVD que emprestei pra alguém e não anotei,
    que não devolveu…

    To esperando sair o 5 pra baixar nova iso.

Deixe seu comentário.